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Wellington admite candidatura ao Senado

Governador esteve com os petistas a quem informou sobre teor da sua conversa com o presidente Lula


31/03/2010 - 10:31 - Diário do Povo

O governador Wellington Dias reuniu ontem, em sua residência, os aliados do blocão governista para comunicar sua conversa com o presidente Lula. Entre as informações repassadas pelo governador está a de que a estratégia do PT é fazer um bom número de senadores e deputados federais. Nesta estratégia está incluído o nome de Wellington Dias.

O governador já admite a possibilidade de sair como candidato a senador. “Não são fáceis as conversas. Nós vamos decidir pelo que for melhor. O mais importante é o interesse coletivo e não os interesses particulares. O problema é que tem interesses particulares que estão ficando acima dos interesses de todos e isso tem sido um empecilho. Estamos conversando com todos”, comentou o governador, durante solenidade na ponte do Sesquicentenário.

Ele iniciou o dia se reunindo com aliados. Wellington esteve com os petistas a quem informou o teor da conversa com o presidente Lula sobre a sua permanência no Governo. O PT nacional conta com uma eleição de Wellington Dias para o Senado. Por conta disso, ele pode mudar de opinião. Pelo menos disse que vai reanalisar a situação.

O governador solicitou aos presidentes dos partidos que formam o blocão para que não viajem durante a Semana Santa. O objetivo é que a questão seja resolvida até sexta-feira. “O entendimento é o que me fará sair para ser candidato. Se não houver, vou ficar. Queremos trabalhar pelo melhor para todos. As conversações estão acontecendo e se não houver entendimento, vamos insistir e ver quem será a chapa”, adiantou Wellington Dias.

Segundo o governador as divergências devem ser superadas até amanhã. “Isso deve acontecer até quinta para termos um candidato pelo convencimento”, destacou Wellington Dias, depois de uma missa realizada ontem pela manhã no acesso à ponte João Isidoro França.

O governador reconheceu que as conversas com os partidos não têm sido fáceis e que ainda tentar um entendimento, mas alega que dificilmente será possível manter todos os partidos juntos na disputa da sucessão. “Estamos tentando construir uma relação com os partidos. O presidente Lula acha que posso ajudar o Brasil como senador, construir uma articulação no Congresso Nacional. Estamos pensando nisso tudo. Mas em primeiro lugar vem os 3 milhões de piauienses e temos responsabilidade com esta decisão”, declarou.


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