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Gestão não tem mágica, afirma Sílvio

O candidato a governador do Piauí pelo PSDB, Sílvio Mendes, disse em Parnaíba que o governo não vai resolver os problemas do estado com mágica


22/07/2010 - 14:57 - Assessoria
Gestão não tem mágica, afirma Sílvio

O candidato a governador do Piauí pelo PSDB, Sílvio Mendes, disse em Parnaíba (340 km ao norte de Teresina) que o governo não vai resolver os problemas do estado com mágica ou com propaganda. “Uma gestão eficiente se faz com seriedade, trabalho e muito zelo com a coisa pública”, afirmou ele. Sílvio esteve em Parnaíba nesta quarta-feira (21) para se reunir com lideranças políticas e participar de eventos de campanha.

Depois da visita ao mercado público da rua Caramuru, ainda na manhã, seguiu em caminhada até o balão da Guarita. Os senadores Heráclito Fortes (DEM) e Mão Santa (PSC), o deputado Júlio Cesar de Carvalho Lima (DEM) e o suplente de deputado Deusimar Tererê (PSDB) participaram dos eventos. Sílvio conversou com feirantes, vendedores ambulantes e populares. Ouviu muitas manifestações de apoio e mensagens de estímulo para seguir em frente na campanha.

A referência à mágica surgiu durante caminhada pela rua Caramuru, quando o ex-prefeito de Teresina encontrou Antonio Carlos Alencar da Silva, o “Mahatma”, um mágico que percorre o país mostrando a arte do ilusionismo. “Você acha que a mágica pode resolver os problemas das pessoas?”, perguntou ele a Mahatma. “A mágica e o ilusionismo servem apenas para divertir e distrair”, concordou o mágico. “Para resolver os problemas do povo é preciso mais do que isso; é preciso trabalho, coragem e honestidade”, complementou.

Sílvio disse que o governo tem investido em propaganda para criar a ilusão de que o Piauí vive uma era de desenvolvimento. “A propaganda, assim como a mágica, cria apenas a ilusão de que as coisas estão bem. Não estão”, afirmou. Ele citou o caso da orla da praia de Atalaia, que está em obras desde o início do ano. Por conta do atraso na conclusão da obra, a mais tradicional praia do litoral piauiense ficou de fora este ano do roteiro de férias de Luiz Correia, com prejuízos incalculáveis para os barraqueiros e para o turismo piauiense.


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