Brasil cresce 1,2% no 2º trimestre, aponta Ibge
Alta do PIB em relação ao mesmo período do ano passado foi de 8,8%, aponta IBGE
A economia brasileira teve crescimento de 1,2% no segundo trimestre de 2010 (de abril a junho) em relação ao trimestre anterior, informou nesta sexta-feira (3) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
O resultado ficou um pouco acima do esperado pela média do mercado, mas ainda representa desaceleração se comparado ao crescimento de 2,7% observado nos primeiros três meses deste ano.
O crescimento ficou acima das expectativas do mercado e do ministro da Fazenda, Guido Mantega, que, no início da semana, disse que estimava que o Brasil tivesse crescido entre 0,5% e 1% no segundo trimestre.
Na comparação com o segundo trimestre de 2009, o Produto Interno Bruto (PIB), que é a soma das riquezas produzidas no país, cresceu 8,8%.
O 2º trimestre foi marcado pela retirada dos estímulos fiscais que haviam sido adotados pelo governo para estimular a economia no pós-crise.
Para o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, os dados do PIB confirmam o diagnóstico da autoridade monetária de que a economia brasileira se “desloca para uma trajetória mais condizente com o equilíbrio de longo prazo”.
“Se o ano tivesse terminado agora, o PIB teria crescido 5,1%”, disse Rebeca Palis, gerente da Coordenação de Contas Nacionais do IBGE.
Recorde semestral
No semestre, de janeiro a junho, o PIB cresceu 8,9% em relação ao mesmo período de 2009. De acordo com o IBGE, esse foi o melhor desempenho histórico para um semestre desde o início da série, em 1996.
Em valores correntes, o PIB somou R$ 900,7 bilhões. A taxa de investimento no segundo trimestre foi de 17,9% do PIB, resultado superior à taxa verificada no mesmo período de 2009 (15,8%). A taxa de poupança, que ficou em 18,1%, também superou a de 2009 (16%).
No último boletim Focus, divulgado no início desta semana, o mercado financeiro havia reduzido sua previsão para o crescimento do PIB deste ano para 7,09%. Para 2011, a previsão de crescimento econômico do mercado financeiro permaneceu em 4,5%.
Em comparação ao 1º trimestre
Em relação ao primeiro trimestre deste ano, a agropecuária apresentou o maior destaque, registrando crescimento de 2,1%, seguida pela indústria (1,9%) e pelos serviços (1,2%).
Ainda na comparação com o primeiro trimestre deste ano, houve expansão nos investimentos planejados no país, medidos pela formação bruta de capital fixo, que foi de 2,4% no segundo trimestre deste ano.
A despesa de consumo das famílias cresceu 0,8%, enquanto a despesa de consumo da administração pública cresceu 2,1%. No setor externo, cresceram tanto as exportações (1,0%) quanto as importações de bens e serviços (4,4%).
“O consumo das famílias em relação ao último trimestre desacelerou, já que, nesse período, tinham acabado os incentivos fiscais da linha branca e dos automóveis. Mas, o consumo das famílias continua crescendo”, disse a gerente.
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